"Tudo é tão simples que cabe num cartão postal..."
Cazuza

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Se eu pudesse




"Se eu pudesse deixar algum presente a você.Deixaria acesso ao sentimento de amor, à vida dos seres humanos.
A consciência de aprender, tudo o que, nos foi ensinado pelo tempo afora. Lembraria os erros que foram cometidos, como sinais para que não mais se repetissem.A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito aquilo, que é indispensável:Alem do pão, o trabalho e a ação.E, quando tudo mais faltasse, para você eu deixaria, se pudesse, um segredo. O de buscar no interior de si mesmo a resposta para encontrar a saída."

(Mahatma Ghandi)

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Perdão


"Com perdão da palavra, quero cair na vida."

Adélia Prado

Decisão




"Estou no começo do meu desespero, e só vejo dois caminhos: ou viro doida, ou santa."
Adélia prado

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Carlos Araujo












 
Nasce em 1950, em São Paulo. Autodidata, inicia seus primeiros estudos de pintura o painel “Alegoria Al Carnaval”. Em 1973, participa da exposição Imagens do Brasil, em Bruxelas e, em 1974, realiza sua primeira exposição individual, no MASP – Museu de Arte de São Paulo. De 1971 a 1975, cursa Engenharia na Universidade Mackenzie. Dali em diante, realiza inúmeras exposições, entre as quais se destacam em 1978, exposição na I Bienal Ibero-Americana na Cidade do México; em 1979 e 1987, individuais no MASP; em 1984, individual no MAB/Faap; e em 1989 individual na Galerie Furstenberg, em Paris.Em 1981, inicia etapa social de sua pintura, com a realização do painel “Os Trabalhadores”, para o Banco Itaú, em São Paulo.
 Autodidata, a obra de Carlos Araújo evidencia um perfeito domínio da técnica, aliada ao talento que demonstrara desde criança. Seus temas são cheios de inspiração social: a sociedade brasileira lhe fornece a matéria para transformar em arte as misérias e tragédias humanas. Suas pinturas são carregadas de espectros e assumem um tom metafísico pela definição fugidia das figuras humanas, conquistada através da construção de espaços etéreos, sem profundidade ou peso.